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ANPC sinaliza formação de Bancada do Cacau no Congresso

17 DE SETEMBRO DE 2022




A ANPC (Associação Nacional de Produtores de Cacau) tem ampliado o diálogo, junto a lideranças políticas de bases partidárias diversificadas para formar a 'Bancada do Cacau', no Congresso Nacional após as eleições deste ano. No dia 2 de outubro, os brasileiros votam para deputado federal e tem a chance de renovar a Câmara.

“Entendemos a necessidade de termos uma bancada sólida nesta nova composição política que o Brasil elegerá em outubro. Identificar quem são os políticos que de fato se comprometerão com a cacauicultura e atuarão de forma firme e constante pelos interesses do produtor é o papel da ANPC”, disse Vanuza Barroso, presidente da associação que vem recebendo a adesão de parlamentares em todo território nacional.

Deputados como: Lídice da Mata ( BA), Zé Neto (BA), Joaquim Passarinho ( PA), Domingos Savio ( MG), Lucas Follador ( RO), Felipe Rigoni (ES), e os senadores Angelo Coronel ( BA) e Zequinha Marinho ( PA), já sinalizam apoio e ação em prol dos interesses do produtor de cacau, decisão que os colocam na lista cativa dos associados da ANPC, mas também no topo da fiscalização que estes produtores farão caso estes nomes deem seguimento aos seus mandatos.

“O partido da ANPC é o cacau. É importante afirmarmos que cada deputado que está abraçando as demandas da associação, tem um espaço importante na pauta cívica de cada produtor, pois o que mais sentimos falta ao longo de todos os anos em que clamamos por vez e voz em Brasília, foi não ter a união de políticos que lutaram por nós. Mas desta vez o produtor terá representação em todos os estados brasileiros, pois a ANPC está buscando representatividade política em todos os estados que produzem cacau mas também os que consomem e comercializam chocolate”, completou Vanuza.

Desde 2019, a Câmara Federal conta com uma frente parlamentar mista, que trata da lavoura cacaueira e do cacau cabruca, porém demandas específicas que atingem diretamente o produtor e a produção de cacau, não ganharam corpo dentro do congresso, permitindo que temas de relevância como dívida do produtor e o desmonte da CEPLAC, se mantenham até hoje como obstáculos para o desenvolvimento da cacauicultura brasileira.

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